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Neurotransmissores e depressão: O que são? Como funcionam? Como aumentar?

Os neurotransmissores possuem ligação direta com problemas emocionais e doenças mentais. Uma das mais comuns é a depressão que, por conta da falta de serotonina no organismo, acaba se manifestando.

Eles atuam no nosso organismo para regular algumas ações comportamentais ligadas a saúde física e mental, por isso, é importante estar em dia com os neurotransmissores, evitando desconfortos emocionais e outros problemas mais graves.

No vídeo abaixo você fica sabendo como esses mensageiros químicos agem no organismo e como influenciam no nosso comportamento.

Crises de ansiedade, estresse, insônia, compulsão alimentar e depressão estão diretamente ligados com o deficit de neurotransmissores no organismo, trazendo inúmeros impactos para a qualidade de vida.

Abaixo estão todas as informações que você precisa saber sobre os neurotransmissores e como aumentar no seu organismo, garantindo boa saúde, disposição e felicidade.

O que são Neurotransmissores?

Neurotransmissores como atuam

Neurotransmissores são substâncias químicas produzidas pelos neurônios, que enviam sinais e informações para outras células. Eles agem nas sinapses, local onde o neurônio se junta às células.

Dessa forma, os neurotransmissores transportam, aumentam e modulam sinais entre neurônios e outras células do organismo. Suas funções no corpo humano podem impactar diretamente na saúde mental e comportamental.

Como exemplos, podemos citar os neurotransmissores que regulam os ciclos do sono e o humor, assim como aqueles responsáveis pela disposição e energia. Quando eles estão em pouca quantidade no organismo, alguns problemas de saúde podem surgir. Como ansiedade, depressão, estresse, insônia e até problemas relacionados com falta de mobilidade.

Existem remédios e suplementos alimentares que atuam sobre os neurotransmissores com o objetivo de regulá-los no organismo, combatendo alguns problemas de saúde física e mental. Entretanto, devem ser controlados e prescritos na medida certa para poder trazer de volta o bem-estar e a qualidade de vida sem causar efeitos contrários.

Quais são os TIPOS DE NEUROTRANSMISSORES

Há registros que concluem a existência de mais de 100 neurotransmissores. Suas funções, assim como sua ausência no organismo, podem impactar em diversas formas a mente e o comportamento humano.

Dentre os principais neurotransmissores, estão:

  • Serotonina;
  • Noradrenalina;
  • Dopamina;
  • Histamina;
  • Melatonina;
  • Acetilcolina;
  • Glutamato.

Neurotransmissores excitatórios e inibitórios

Existem dois tipos de neurotransmissores, os chamados excitatórios e os inibitórios.

Os neurotransmissores excitatórios possuem efeitos de excitação sobre o neurônio, aumentando o potencial de ação. Dentre eles estão a epinefrina e norepinefrina.

Já os neurotransmissores inibitórios possuem efeito de inibição sobre o neurônio, diminuindo o potencial de ação. Dentre eles estão a serotonina e GABA.

Neurotransmissores como acetilcolina e dopamina podem exercer tanto efeitos excitatórios como inibidores, dependendo do tipo de receptor da ação no organismo.

Como atuam os Neurotransmissores?

Os neurotransmissores são produzidos nos neurônios, onde percorrem distâncias curtas e permitem que os próprios neurônios se comuniquem entre eles.

Os neurônios atuam sem se encostar, no meio deles está a sinapse, que em maior parte são relações químicas. Quando um sinal elétrico passa por um neurônio, atinge o terminal pré sináptico, a partir daí, um ou mais neurotransmissores podem ser liberados.

Dentro desse processo, existem receptores em outro neurônio que vai se ligar aos neurotransmissores. Várias transformações ocorrem até que outros sinais sejam gerados, repetindo novamente esse ciclo.

Esse processo faz com que os sentimentos, as sensações, os pensamentos, respostas motoras e emocionais, a aprendizagem e a memória, a ação das drogas psicoativas, as causas das doenças mentais e qualquer outra função ou disfunção do cérebro humano aconteçam e possam ser compreendidas.

O processo onde atuam os neurotransmissores faz com que as ações e as necessidades de cada pessoa possam ser determinadas.

Neurotransmissores e suas Funções

Os neurotransmissores exercem inúmeras funções no corpo humano, controlando ações e reações mentais e comportamentais. Abaixo estão os principais neurotransmissores e suas funções exercidas no organismo das pessoas:

  • Serotonina: esse neurotransmissor atua diretamente no humor e no prazer, por isso é mais conhecido como o “hormônio da felicidade”. A serotonina é capaz de trazer bem-estar e afastar o estresse, combatendo a ansiedade e a depressão. Por isso, normalmente é recomendado doses de remédios ou suplementos alimentares que ativam a serotonina, em tratamentos para problemas mentais e emocionais como a depressão e Transtorno de Ansiedade Generalizada;
  • Noradrenalina: essa é a principal substância química que atua sobre a excitação física, mental e no bom humor. Ela atua diretamente no centro do prazer do cérebro e sua ausência está associada a problemas de saúde como depressão. Ela também influência e faz mediação com os batimentos cardíacos, pressão sanguínea, conversão de energia e outras funções físicas;
  • Dopamina: a dopamina atua no estímulo e no controle de ações motoras em várias partes do cérebro. Quando seu nível encontra-se extremamente baixo, a pessoa tem dificuldade em se mover voluntariamente. Algumas drogas alucinógenas como cocaína, nicotina e LSD, liberam uma maior quantidade do neurotransmissor. Em contrapartida, também existem alguns remédios controlados e suplementos alimentares que estimulam a dopamina de forma segura;
  • Histamina: este neurotransmissor se responsabiliza, principalmente, pelas funções térmicas, exercendo no organismo como um todo, ação para regular o fluxo sanguíneo e respostas a inflamações e reações imunológicas;
  • Melatonina: esse é o neurotransmissor responsável pela indução do sono. Ele regula o ciclo claro-escuro, que faz com que o organismo se prepare para uma maior produção de hormônios e enzimas, além de regular o metabolismo, dependendo do horário do dia. Como exemplo, podemos citar o sono no período quando está escuro. Basicamente, a melatonina organiza as funções do organismo quando estamos acordados e quando estamos dormindo;
  • Acetilcolina: neurotransmissor que controla áreas do cérebro que relacionam ações de atenção, aprendizagem e memória. Algumas doenças relacionadas a perda de memória, como Alzheimer, estão diretamente relacionadas com baixos níveis de acetilcolina. Além disso, atua no relaxamento muscular esquelético e na contração do sistema digestivo e excretor, agindo na boa digestão e no relaxamento muscular;
  • Glutamato: esse é o principal neurotransmissor que excita o cérebro e que estabelece vínculos entre neurônios que estabelecem aprendizagem e memória a longo prazo;

Neurotransmissores e depressão

Pessoa com depressão

O cérebro comanda várias funções do corpo humano por meio das ligações das células que formam o sistema nervoso. Nesse sentido, também age conforme os neurotransmissores que, caso estejam alterados, podem causar inúmeros efeitos colaterais ao corpo, como estresse, falta de concentração, falta de coordenação, alterações de humor, crises de ansiedade e, em alguns casos, desencadeia depressão.

Quando os neurotransmissores estão desregulados, atrapalham o funcionamento dos neurônios em regiões determinadas do cérebro. Alguns sintomas estão na tristeza, apatia, alterações do sono e no apetite. Um dos principais neurotransmissores que desenvolvem esses sinais é a serotonina, responsável pelo humor, prazer e bem-estar.

Quando o corpo encontra-se em deficit de serotonina, reações comportamentais de estresse e irritabilidade são comuns, podendo desencadear tristeza profunda, o que leva a depressão.

Além dela, quando os neurotransmissores noradrenalina, dopamina e glutamato estão desregulados no organismo, também podem levar a quadros depressivos.

Por isso, é tão importante estar em dia com esses neurotransmissores, buscando solucionar casos em que há falta deles, para evitar problemas graves de saúde emocional e física.

Neurotransmissores: Como aumentar?

Como aumentar serotonina

A principal maneira de aumentar os neurotransmissores no organismo é através da alimentação e da suplementação. Essas são as formais naturais e mais saudáveis de fazer com que eles estejam em sintonina no seu corpo.

Cada tipo de neurotransmissor pode ser atingido de forma e intensidade variada. Abaixo estão algumas dicas de como aumentar esses mensageiros químicos no seu organismo e evitar problemas graves de saúde como depressão e ansiedade.

Pegue sol

Benefícios do sol

Foi comprovado que o sol é a forma ideal de produzir vitamina D ao corpo. Além disso, é uma ótima maneira de ativar os neurotransmissores. O principal é a serotonina, responsável pelo humor e bem-estar.

Pratique atividades físicas

Pessoas praticando atividade física

Fazer algum exercício físico ativa a dopamina, serotonina e noradrenalina, aumentando os fluxos de nutrientes para o cérebro. Por isso, a prática melhora o humor e a disposição do corpo, mandando embora o estresse e a ansiedade.

Medite

Benefícios da meditação

Praticar alguns minutos de meditação ativa os níveis de dopamina, melhorando a capacidade de concentração e bem-estar, aliviando tensões e crises de ansiedade.

Tenha uma alimentação equilibrada

Como ter uma alimentação equilibrada

Manter uma alimentação natural e equilibrada, livre de conservantes e processados, rica em tirosina, ácidos graxos, ômega 3 e aminoácidos, presentes em frutas, legumes, peixes e ovos, também eleva os níveis de vários neurotransmissores.

Tome suplementação

Suplementos que aumentam serotonina

Existem suplementos alimentares em cápsulas compostos por diversos agentes que impulsionam os neurotransmissores. Eles são desenvolvidos de forma natural, com ingredientes ricos em nutrientes e vitaminas que o corpo precisa para viver bem, eliminando a possibilidade de efeitos colaterais. Como o caso do Vital Caps+, que possui triptofano, neurotransmissor da serotonina, melhorando os ciclos do sono, regulando o emocional e controlando o apetite, evitando estresse, ansiedade, depressão, insônia e compulsão alimentar.

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